terça-feira, 30 de abril de 2013

Os 10 Grandes Impactos das Mídias Sociais na Educação


Os 10 Grandes Impactos das Mídias Sociais na Educação


As redes sociais chegaram para ficar. O Facebook conta com mais de 800 milhões de usuários ao redor do mundo, enquanto o Twitter atrai mais de 200 milhões de pessoas. Não podemos esquecer também das outras redes, como Youtube, Orkut, MySpace e até mesmo os blogs.
Não há dúvidas quanto ao envolvimento dos alunos com todas essas ferramentas online, porém, quais os efeitos disso? Abaixo separamos um breve comparativo entre os pontos positivos e os negativos dessa relação dos jovens com as mídias sociais.
Essa é uma boa visão para que pais e educadores saibam como conter e evitar os possíveis efeitos negativos e reflitam sobre maneiras de explorar os impactos positivos.
Confira!

Possíveis Pontos Negativos

1. Muitos estudantes não sabem lidar com a grande oferta de informações disponível na internet. Alguns tomam tudo o que lêem na web como verdade absoluta e isso interfere no processo de aprendizagem e no desenvolvimento de olhar crítico perante o que lhes é apresentado.

2. O jovem de hoje é multifuncional, faz tudo ao mesmo tempo, porém, isso pode ter consequências negativas se não for bem administrado. O acesso às redes sociais durante os momentos de estudo, por exemplo, pode causar distração e interferir no desempenho acadêmico.

3. O excesso pode ser arriscado. Ao gastarem horas e horas nas redes sociais, os jovens deixam de interagir cara-a-cara e isso pode prejudicá-los no convívio em sociedade. Com menos interações “reais”, eles podem ter a capacidade de comunicação comprometida (a internet não exige entonações, linguagem corporal, etc). O mundo “offline” jamais pode ser substituído pelo online.

4. A popularidade das redes sociais e a velocidade que é característica ao mundo online criaram novas maneiras de escrever e falar, enfim, transformaram a língua portuguesa, dando a ela, novos aspectos e sentidos. Isso pode interferir na qualidade de redação desses jovens. A linguagem da internet ainda não foi naturalizada como padrão em nossa sociedade, ela ainda se limita ao meio online. Trabalhos escolares, por exemplo, ainda exigem a linguagem formal. Contudo, palavras como “vc”, “eh”, “baum” acabam aparecendo em trabalhos acadêmicos e os jovens, por muitas vezes desconhecerem a escrita formal, acabam dependendo de corretores automáticos.

5. Muitos estudantes não pensam antes de postar algum conteúdo na internet. É preciso lembrar, porém, que tudo o que escrevemos na web pode ser visto e logicamente, julgado. Posts com conteúdos comprometedores podem trazer complicações ao aluno ao longo de sua caminhada acadêmica e profissional. Algumas escolas, por exemplo, procuram informações prévias sobre futuros alunos e dependendo do que encontram, o estudante pode ser prejudicado. A internet é um livro aberto, por isso, orientar o jovem nesse aspecto é essencial.
 
Possíveis Pontos Positivos

1. As mídias sociais aumentaram a interatividade e a possibilidade dos alunos se expressarem e colaborarem com a produção de informação. A dinâmica rápida (quase instantânea) do mundo online, deu ao jovem a capacidade de desenvolver pensamento rápido, qualidade que é extremamente apreciada na realidade em que vivemos.

2. As redes sociais ensinam os jovens importantes situações do mundo real. Por exemplo, a noção de “rede de contatos” é exercitada por meio de comunidades como Facebook e isso pode ajudar o jovem ao longo de sua vida. Ser capaz de criar redes de contato sólidas é extremamente importante para o desenvolvimento tanto pessoal, como profissional e acadêmico.

3. Pelo enorme contato que possui com as novas tecnologias, o jovem de hoje as domina completamente. Esse domínio é muito útil, já que hoje o andamento do mundo depende dessas novas tecnologias. Ter essa habilidade é estar pronto para as exigências que virão pela frente.

4. Desenhar um perfil online hoje em dia é fácil. Construir e desconstruir tornou-se parte da vida desses jovens. Eles fazem perfis, definem quem são, apagam perfis, somem e aparecem quando bem entendem. Essa dinâmica proporciona a flexibilidade. Com esse movimento constante, eles controlam o que querem ser e quando querem ser. Isso pode ser relevante para situações do dia-a-dia e ao longo da vida, em que, muitas vezes, devemos assumir determinados comportamentos, dar nossa opinião, nos calarmos, enfim, sermos flexíveis e nos adaptarmos aos diferentes cenários que nos são impostos.

5. A internet abre um mundo favorável à criatividade. Ter seu próprio blog ou seu site de fotos, por exemplo, dá abertura para que o jovem se expresse e mostre seu talento. Ao compartilhar com os outros, ele tem um feedback instantâneo sobre a sua produção, o que pode motivá-lo e até mesmo ajudá-lo a construir e seguir sonhos e objetivos.

domingo, 14 de abril de 2013

8 Dicas para Usar Corretamente o Facebook e ter Sucesso Profissional


Uma das mídias sociais de maior sucesso no momento é o Facebook e muitas pessoas estão usando essa extraordinária ferramenta para alavancar sua carreira profissional.

A pergunta é: como usar corretamente o Facebook para alcançar o sucesso profissional?

Eis algumas dicas:
1. Crie sua página de forma profissional, se não souber produzir bem o lay-out da mesma, peça ajuda a algum profissional do ramo.

2. Seja discreto nas cores e nas fotos que usar, lembre-se que a partir de agora sua vida estará exposta para clientes, parceiros de negócios e a sociedade como um todo.

3. Antes de enviar ou aceitar qual convite para adicionar um facefriend (amigo no facebook) pense duas vezes, pois desfazer essa amizade que possa lhe desagradar pode lhe causar algum constrangimento.

4. Só “curta” realmente o que tiver a ver com sua “personalidade” profissional.

5. Só comente algo com profissionalismo e ético.

6. E na hora de compartilhar algo postado na sua página, muita calma nessa hora, pois se você compartilhar algo muito pessoal, como uma opinião sua sobre, por exemplo: religião, futebol, partidos políticos, sua opinião está sendo expressa e alguém das suas relações profissionais pode não gostar e considerar você um profissional antiético.

7. E poste, sim, tudo aquilo que achar importante para seus contatos profissionais.

8. E uma última dica, se achar interessante tenha duas contas no Facebook, uma pessoal e outra de cunho profissional, assim você fica mais a vontade para postar, fotos, notícias, usando sempre o bom senso.


Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 900 cursos online com certificado 
http://www.portaleducacao.com.br/administracao/artigos/33735/8-dicas-para-usar-corretamente-o-facebook-e-ter-sucesso-profissional/?utm_source=twitter&utm_medium=noticias&utm_content=8020&utm_campaign=twitter#ixzz2QU9V40iE

quarta-feira, 10 de abril de 2013

As escolas do futuro já existem


O uso dos computadores e da internet revolucionou a maneira como as pessoas compram, trabalham e se comunicam. Depois de muitas tentativas e muitos erros, os educadores começam a perceber o que funciona na sala de aula

São Paulo - Na Orestad Gymnasium, uma escola municipal de Copenhague, na Dinamarca, inaugurada em 2005, até a planta do prédio foi pensada para viabilizar o conceito de “escola do futuro”. O edifício de cinco andares tem algumas salas de aula tradicionais, no estilo quatro paredes, uma porta e janelas. Mas 50% das atividades são realizadas em espaços de convivência, onde os alunos do ensino médio são incentivados a resolver em pequenos grupos desafios propostos pelo professor.Orestad, na Dinamarca
Nenhum adolescente usa caderno feito de papel ou é obrigado a tirar cópias de livros. Tudo é digital. E, apesar de metade dos estudantes ter pais que não possuem diploma universitário, fator sempre associado ao desempenho escolar, a maioria dos alunos da Orestad Gymnasium tem um aproveitamento superior à média nacional. A cerca de 6 000 quilômetros dali, em Nova York, a iSchool, criada em 2007, também tem resultados que são motivo de orgulho.
Da turma formada no ano passado, 95% dos alunos foram aprovados em universidades. Como a média do estado é de 65%, levou pouco tempo até que a escola chamasse a atenção e virasse objeto de análise de educadores de todo o mundo. Como explicar tamanha eficiência? “A estratégia foi repensar aeducação e adequá-la à nova realidade, em que as crianças passam a maior parte de seu dia conectadas à internet”, afirma a americana Isora Bailey, diretora da iSchool.
Na escola localizada no bairro Soho, os professores decidem quando as aulas serão expositivas, offline ou online. Neste último caso, ter acesso à internet não quer dizer ficar vendo vídeos bizarros no YouTube ou conversando no Facebook. A navegação na web é restrita ao conteúdo relacionado às atividades escolares.
Como nas classes tradicionais, os professores escolhem se os exercícios serão feitos em pequenos grupos ou individualmente. A diferença é que, quando os alunos estão trabalhando sozinhos, um software centraliza e registra as atividades. Com isso, os professores sabem exatamente o que cada aluno fez.  “Usamos tudo o que está à disposição para manter a motivação dos alunos”, diz Isora.
Exemplos como o da Orestad Gymnasium e da iSchool são cruciais porque eles indicam possíveis caminhos para o futuro da educação. A popularização dos computadores e da internet nas últimas duas décadas mudou a maneira como os consumidores compram, como as pessoas se comunicam, como boa parte das empresas trabalha e como as notícias se propagam.
Pouca gente duvida que as salas de aula serão afetadas da mesma forma, mas o curioso é que, até agora, a esperada revolução na área da educação não aconteceu. É fato que o ambiente escolar foi invadido por PCs — no Brasil, há uma máquina para cada grupo de seis alunos e, nos países ricos, a média é de um computador para cada dupla. Embora o acesso à internet nas escolas seja um fato, ainda não se conseguiu medir com exatidão seus efeitos em larga escala. 

Zuckerberg vira professor de escola primária


Em entrevista à Wired, CEO do Facebook afirmou que ensina empreendedorismo a crianças do primeiro grau

São Paulo - Fora da maior rede social do mundo, o bilionário Mark Zuckerberg resolveu assumir um lugar à frente do quadro-negro. Em entrevista à Wired, o co-fundador e CEO doFacebook afirmou que virou professor de uma escola primária em East Menlo Park, na Califórnia. Como se sabe, a sede do Facebook foi transferida para a região em 2011.
Sem especificar quando iniciou a empreitada, Zuckerberg explicou que dá aulas de empreendedorismo uma vez por semana. "Toda terça-feira nós revisamos uma habilidade específica e cada grupo desenvolve um projeto paralelo", afirmou à publicação. "Depois que o curso terminar, os alunos virão ao Facebook para vender os produtos que fizeram, como se estivessem divulgando-os de verdade".
Na entrevista, Zuckerberg não deu detalhes sobre a instituição. Mas no fim de janeiro, o jornal Mercury News, que circula no Vale do Silício, divulgou uma reportagem sobre sua atuação como professor-convidado na escola Boys & Girls Club, depois do período normal de aulas. 
"É uma experiência incrível para as crianças", disse o diretor do colégio, Peter Fortenbaugh. "Trata-se de um homem de negócios dos mais empolgantes passando tempo com elas", concluiu.
Ontem, Zuckerberg apresentou ao mercado a interface do Facebook para Android. Com uma fortuna avaliada pela Forbes em 13,3 bilhões de dólares, o empresário é o 66º homem mais rico do mundo.




Mark Zuckerberg, CEO do Facebook

Redes sociais atrapalham ou melhoram a produtividade?


São Paulo - Redes sociais são vilãs ou mocinhas quando o assunto é produtividade? Para muitas empresas elas atrapalham o rendimento dos funcionários. Mas, uma recente pesquisa realizada por Joe Nandhakumar, professor de sistemas da informação na Warwick Business School, no Reino Unido, contraria o que dizem muitos chefes na hora de banir o acesso no escritório a FacebookTwitterLinkedIn e outras ferramentas, como o Skype.
Tela de computador no Twitter
É que, de acordo com ele, o uso das redes sociais acelera o cumprimento de metas e o tempo de resposta de funcionários a clientes. Isso porque, essas ferramentas tornam possível que profissionais trabalhem e colaborem com seus colegas mesmo quando estão fora do escritório. É o que ele chama de teoria do co-presença virtual. 
Ou seja, em tempos de home office e jornadas flexíveis, as redes sociais podem ser os meios de comunicação certos para unir funcionários. “As redes ajudam os profissionais a realizarem muito mais”, defendeu o autor do estudo, em comunicado divulgado à imprensa. A pesquisa completa ainda será publicada pelo Information Systems Journal.
Jovens conectados
Levantamento realizado pela Page Talent no fim do ano passado com 200 estagiários e trainees, revelou que quase metade deles (46%) acessa redes sociais durante o horário de trabalho e 42% afirmaram  ficar por volta de uma hora conectados.
A pesquisa de Nandhakumar pode até fazer com que muitos desses jovens que não resistem à tentação de checar o feed do Facebook de 10 em 10 minutos se sintam melhor.Mas, cuidado! Perder 20 minutos bisbilhotando a página de um colega e vendo as fotos de suas férias não vai torná-lo mais produtivo.
O que está em questão é uso que você faz da ferramenta. Se é apenas para assuntos pessoais e bate papo entre amigos,a pesquisa não diz respeito a você, e, muito provavelmente, as redes sociais contribuem para a perda de tempo no trabalho.
O verdadeiro carrasco
Mas, o grande carrasco da produtividade parece mesmo ser o bate-papo, só que presencial, segundo outra pesquisa, feita pelo site Salary.com. Conversar com colegas de trabalho é o principal motivo de perda de tempo durante o expediente, para 43% dos entrevistados.
 Estudo, feito pela consultoria Track Via, também coloca as conversinhas no escritório no topo do ranking da perda de tempo durante a jornada de trabalho. Para 14% dos entrevistados o bate papo com os colegas é o principal causador dos atrasos no cumprimento de tarefas. As redes sociais foram citadas por 9%, e acabaram ficando atrás também de problemas técnicos nos computadores e reuniões.

quinta-feira, 4 de abril de 2013