“O que nos atrapalha é um modelo mental
de urgência: enquanto o prazo-limite não chega, não fazemos. Esse vício
faz com que tudo seja para ontem”, explica. A solução é mudar a cultura
interna, adotando o que ele chama de modelo mental antecipado. Em outras
palavras: é preciso planejar. E, para conseguir, não vale apenas a boa
intenção, porque toda alteração de hábito exige persistência. Disposta a
ter mais tempo? Ele ensina:
- Investir em uma ferramenta de planejamento: Agenda, Programa de Computador, Serviço Online. O importante é que você realmente gaste dinheiro com isso para dar valor. Se usar um caderno que ganhou, por exemplo, a tendência de abandoná-lo na segunda semana é grande.
- Criar um modelo mental de antecipação, planejando, no mínimo, três dias para a frente (o ideal é uma semana). Escreva tudo o que tem para fazer no período, do telefonema para aquele cliente até a ida à manicure. Se deixar por conta da memória, realizará cada tarefa à medida que for lembrando. E ainda há o risco de esquecer algo.
- Priorizar. Comece pelas coisas mais simples e rápidas, depois vá para as urgentes e termine colocando em ordem sequencial as importantes. Ei, mas as urgentes ficam em segundo lugar?! Sim, porque, quando você se dedica a elas logo de início, volta ao modelo inicial, de só apagar incêndios e fazer o resto “quando der”. Nunca dá…
- Desligue sua habilidade multitask. Sabemos que as mulheres conseguem fazer várias coisas ao mesmo tempo – até porque desempenham funções que os homens não têm. Mas isso não garante minutos extras no fim do dia. “Estudos mostram que há uma perda de 15 a 20% de tempo quando não se foca em uma só atividade”, diz Barbosa.
[Fonte: Nova]
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